INFLUENZA A – H1N1 – Dúvidas mais comuns e hospitais de referência:

Como é transmitida a influenza suína humana?

Este novo subtipo do vírus da influenza suína A(H1N1) é transmitido de pessoa a
pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e secreções respiratórias de pessoas infectadas. Os sintomas podem iniciar no período de 3 a 7 dias após contato com esse novo subtipo do vírus e a transmissão ocorre principalmente em locais fechados.

Há uma vacina que possa proteger a população humana contra essa doença?

Não. Não existe vacina contra esse novo subtipo de vírus de influenza suína.

Há tratamento para influenza suína no Brasil?

Sim. Há um medicamento antiviral indicado pela OMS e disponível no Ministério da Saúde que será usado se necessário. O Ministério da Saúde recomenda não tomar qualquer medicamento sem orientação médica.

O Brasil tem estoque de medicamento para tratamento de pacientes?

Sim. O Ministério da Saúde conta com estoque estratégico suficiente para tratamento de casos de influenza suína.

É seguro comer carne de porco e produtos derivados?

Sim. A Organização Mundial de Saúde Animal e o Ministério da Agricultura não relataram casos de transmissão da influenza suína para pessoas por meio da ingestão de carne de porco.

Quais os sintomas que definem um caso suspeito de influenza suína?

– Apresentar febre alta de maneira repentina (maior que 38ºC) e tosse podendo estar acompanhadas de algum dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dificuldade respiratória; E

– Ter apresentado sintomas até 10 dias após sair de área afetada pela influenza
Suína; OU

– Ter tido contato próximo nos últimos 10 dias com pessoa classificada como caso suspeito de infecção humana pelo novo subtipo de influenza suína.

Observação: São áreas afetadas os locais com casos confirmados e divulgados pela OMS ou Governos dos países afetados. Contato próximo: indivíduo que cuida, convive ou teve contato direto com secreções respiratórias ou fluídos corporais de um caso confirmado.

O que o viajante de voos internacionais deve fazer se apresentar os sintomas?

Dentro do voo: se apresentar algum sintoma durante o voo, deve comunicar à tripulação para que o comandante da aeronave informe as autoridades de saúde em solo. Nesses casos, o passageiro com sintoma será recebido, no aeroporto de desembarque, por funcionários da ANVISA e será encaminhado para Hospitais de Referência do respectivo estado, indicados pela Secretaria Estadual de Saúde.

Após chegar ao Brasil: se o passageiro apresentar algum sintoma depois de chegar ao país, quando estiver em casa, não deve tomar medicamentos por conta própria e deve procurar a unidade de saúde mais próxima e informar o roteiro de viagem ao profissional de saúde.

Quais são as recomendações do Ministério da Saúde para os viajantes internacionais?

a) Aos viajantes que se destinam às áreas afetadas:

– Usar máscaras cirúrgicas descartáveis, durante toda a permanência nas áreas
afetadas. Substituir sempre que necessário.

– Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente
descartável.

– Evitar locais com aglomeração de pessoas.

– Evitar o contato direto com pessoas doentes.

– Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.

– Evitar tocar olhos, nariz ou boca.

– Lavar as mãos freqüentemente com sabão e água, especialmente depois de tossir
ou espirrar.

– Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes a esses países.

– Não usar medicamentos sem orientação médica.

Atenção! Todos os viajantes devem ficar atentos também às medidas preventivas
recomendadas pelas autoridades nacionais das áreas afetadas.

b) Aos viajantes que estão voltando de áreas afetadas:

Viajantes procedentes das áreas afetadas pela influenza suína que apresentarem, até 10 dias após sair dessas áreas, febre alta de maneira repentina (> 38ºC) e tosse podendo estar acompanhadas de algum dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dificuldade respiratória, devem:

– Procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima.

– Informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.

Qual o agente causador da influenza humana?

São conhecidos 3 tipos de vírus da influenza: A, B e C. Esses vírus são altamente transmissíveis e podem sofrer mutações (transformações em sua estrutura genética).

Como o vírus da influenza se manifesta na natureza?

Os vírus existem naturalmente em diversas espécies animais, como aves (especialmente as aquáticas, como os patos), mamíferos e herbívoros. Em geral, os vírus são específicos de cada espécie animal e só raramente se observa transmissão cruzada entre espécies diferentes, como da ave para o homem, por exemplo. No entanto, o porco pode se infectar tanto com vírus humanos como com vírus de aves.

O que a população pode fazer para evitar a influenza?

Alguns dos exemplos de cuidados para a prevenção e controle de doenças de transmissão respiratória são:

– higiene das mãos com água e sabão (depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro, antes de comer, antes de tocar os olhos, boca e nariz);

– evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies;

– usar lenço de papel descartável;

– proteger com lenços a boca e nariz ao tossir ou espirrar, para evitar disseminação de aerossóis;

– orientar para que o doente evite sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (até 5 cinco dias após o início dos sintomas);

– evitar aglomerações e ambientes fechados (deve-se manter os ambientes ventilados);

– é importante que o ambiente doméstico seja arejado e receba a luz solar, pois estas medidas ajudam a eliminar os possíveis agentes das infecções respiratórias;

– restrição do ambiente de trabalho para evitar disseminação;

– hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, ingestão de líquidos e atividade física.

INSTITUIÇÕES DE SANTA CATARINA QUE SÃO REFERÊNCIA PARA A DOENÇA:

Hospital Nereu Ramos – Florianópolis – (48) 3216-9300

Hospital Infantil Joana de Gusmão – Florianópolis – (48) 3251-9000

Hospital Regional Leonir Vargas Ferreira – Chapecó – (49) 3321-6500

Hospital Regional Hans Dieter Schmidt – Joinville – (47) 3461-5500

Hospital e Mat. Marieta Konder Bornhausen – Itajaí – (47) 3249-9400

Hospital Santa Isabel – Blumenau – (47) 3321-1000

Hospital Nossa Senhora da Conceição – Tubarão – (48) 3631-1700

Os dados são do site da Secretária de Estado da Saúde – Santa Catarina

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