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Na última terça-feira (13), imagens da terceira maior erupção solar foram divulgadas pela Agência Espacial Norte Americana (NASA). O fato foi registrado no fim de setembro e durou 30h, revelaram os especialistas da Administração Americana para os Oceanos e a Atmosfera (NOAA), afirmando ainda que as partículas viajaram a cerca de 2.000 km/segundo.
O fenômeno provocou uma tempestade magnética que atingiu a terra, mas apesar da intensidade da erupção não foram constatadas perturbações importantes e graves na terra.
Uma erupção solar pode aumentar a intensidade do vento, que se desloca no espaço com velocidades entre 350 a 700 km/s, podendo provocar tormentas e interferir em sistemas de telecomunicação e de posicionamento via satélite na Terra.
Segundo o site Terra, o fenômeno, ocorreu na parte central do Sol e as partículas ionizadas criaram certa interferência na rede elétrica do norte dos Estados Unidos e no Canadá, destacou a NOAA. E a erupção enviou raios X, que viajam a velocidade da luz, provocando uma tormenta na ionosfera que se estendeu por 50 km.
Esses raios X interferem na propagação de ondas radioelétricas em certas frequências, mas, em particular nas utilizadas para comunicação com aviões que voam a grande altitude e próximos aos polos.
Os especialistas afirmam que a erupção continua afetando o campo magnético da Terra durante as duas próximas semanas após o ocorrido.
No Japão, ao amanhecer do dia seguinte ao fenômeno (dia 30 de outubro), como consequencia da erupção solar, o céu apareceu com cores diferentes.

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Por Matielli Valduga
Confira algumas imagens da Erupção Solar divulgada pela NASA na íntegra, assistindo o vídeo abaixo:

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